Projeto Gemini revoluciona em efeitos gráficos

O Mais novo trabalho de Will Smith, em parceria com o diretor Ang Lee, o torna mais interessante, não pela qualidade de elenco e direção, mas sim em qualidade tecnológica aplicada no filme, pois o mesmo será exibido com a tecnologia 3D+, em 120 FPS em uma resolução 4K, um marco para os filmes hoje exibidos.


Gravado com uma câmera Alexa XT M, capaz de registrar imagens em até 120 fps, o diretor precisou pensar e aplicar técnicas de direção e gravação, de uma forma mais inovadora, pois, devido a alta taxa de renderização, o filme trará mais detalhes capturados, sendo assim, impossível realizar enquadramentos mais convencionais. Isso o obrigou, a optar por enquadramentos mais fechados ou cenas mais abertas, para que cada elemento pudesse fazer a diferença.


A tecnologia utilizada no filme é tão avançada que, nos Estados Unidos, apenas 1 4 cinemas poderão exibir o filme a 120 quadros. Porém, nem nestes casos ele será visto com todo o seu potencial, uma vez que essas salas projetam em resolução de 2K



Tá mas e o Clone de Will Smith?


Através desses avanços cinematográficos, a construção e aplicação dos dublês digitais foram, também superiores, do ponto de vista técnico, comparados com as utilizações convencionais e de acordo com Guy Williams, supervisor de Weta VFX, este desafio apresentou dificuldades bem específicas, como por exemplo, transformar Will Smith em jovem novamente. “Isso foi excepcionalmente difícil porque Will Smith envelheceu muito bem. Não há muitas linhas de rugas para deixar evidente o que há de novo nele. Então tivemos que mergulhar profundamente na compreensão do que a juventude realmente significa”.