Review: Captive

Atualizado: 6 de Dez de 2020

Um dos jogos em destaque na avenida indie da BGS2019, Captive é um jogo de terror e suspense estilo RPG maker desenvolvido pela Dead Inside Studio, que foi um dos poucos jogos do gênero terror presentes na feira chamando a atenção dos fãs de jogos com gráficos pixelados e terror.


Captive não possui nenhum inimigo o jogo inteiro é baseado em suspense e puzzles que você precisa solucionar para sobreviver. A personagem, que não foi revelado o nome nem nada a respeito acorda em um tipo de cativeiro sem nenhuma memória e completamente machucada. O objetivo é encontrar uma saída com um tempo de 30 minutos para que todos os puzzles sejam solucionados, com a dificuldade de locomoção lenta pelos ferimentos e a baixa estamina que se desgasta quando tenta correr tendo que esperar um intervalo para que se recupere, criando um clima tenso e desesperador, uma luta pela sobrevivência.


O jogo te dá um tempo de vida de 30 minutos para conseguir terminá-lo mas é importante ressaltar que não é só possível morrer após o final desse tempo, pode estar apenas sendo um jogador curioso e acabar morrendo em algo bem simples, que envolve também algumas das conquistas de Captive morrer aleatoriamente.




Apesar do jogo ser brasileiro ele não possui idioma em português, acredito que os desenvolvedores se voltaram para o público totalmente de fora e na minha sincera opinião devemos valorizar mais os nossos jogos, para que as indústrias cresçam no nosso país para o mercado e o consumo de games brasileiro sejam mais valorizados, criando mais empregos na área e mais consumo com preços justos.

Os controles são complexos e não possui um menu de opções onde você pode estar alterando os comandos, do jeito que você se sentir mais à vontade para jogar. Mesmo sendo ideia dos desenvolvedores te fazer morrer várias vezes antes de concluir a história acaba sendo cansativo e repetitivo realizar o mesmo p